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O PET-CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons/Tomografia Computadorizada) é um exame híbrido avançado que combina imagem metabólica e anatômica para detectar câncer, doenças neurológicas e cardiológicas, oferecendo alta precisão. Utiliza um radiofármaco (geralmente glicose marcada) para destacar células ativas, exigindo jejum e preparo específico.
Enquanto a tomografia (CT) tradicional mostra a forma e estrutura dos órgãos, o PET mostra como eles estão funcionando (metabolismo), permitindo diagnosticar doenças no nível celular. O PET-CT expõe o paciente a radiação, que é monitorada para limitar o risco.
O que faz: Combina o metabolismo (PET) com a anatomia (CT) para identificar tumores, infecções e alterações funcionais, muitas vezes antes de serem vistos em outros exames.
Indicações Clínicas: Amplamente utilizado em oncologia (estadiamento e acompanhamento de tumores como mama, pulmão, linfoma), neurologia (demências) e cardiologia (viabilidade do músculo cardíaco após infarto).
Funcionamento: Um radiofármaco, comumente o FDG-18 (uma forma de açúcar), é injetado na veia. Células cancerígenas ou inflamadas consomem mais essa glicose e se destacam na imagem.
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